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Glowie lança novo single “Cruel”

“Glowie tem tudo para ser o próximo grande nome da música da Escandinávia. . .  uma verdadeira estrela pop” – Vogue

Laís Araújo
26/03/19 | 08h02 25/03/19 | 17h05

“Glowie tem tudo para ser o próximo grande nome da música da Escandinávia. .  uma verdadeira estrela pop” – Vogue

“Essa estreia da novata islandesa escancara profanidade com uma beligerância de imagens corporais através de uma batida tropical contagiante”  – The Sunday Times Culture

“Um hino libertador que tem sido uma constante entre as favoritas da Clash” – Clash

“Glowie é especializada em faixas influenciadas pelo R&B dos anos noventa ao estilo Dua Lipa. Para ela, a arte nem sempre precisa ser bela. Mas precisa ter uma boa batida” –  The Independent 

“A música de Glowie é diferente de tudo o que já ouvimos antes”  – MTV 

“Glowie é uma pop star que promete” –  Hunger TV

 “Se você é fã de música pop, [Glowie] irá fazer a sua cabeça”– i-D

“A popstar revelação da Islândia tem uma mensagem nas músicas que compõe, que, por acaso, também são bem dançantes” – The Line of Best Fit

A islandesa de 21 anos Sara Pétursdóttir, mais conhecida como Glowie, lança hoje (22) seu novo single “Cruel”, pela Columbia Records.

Escute: http://smarturl.it/GlowieCruel

Composta pela hitmaker e nova colaboradora de Glowie, Tayla Parx (Ariana Grande, Jany Anderson, Khalid), “Cruel” chega como sucessora do single de estreia de Glowie, “Body”, buscando inspirar beleza e positividade corporal para o mundo.

Glowie não pensa duas vezes antes de romper com as regras em seu novo trabalho, com a já conhecida história de quão cruel as crianças realmente podem ser. Vítima de bullying na escola por ser muito magra, Glowie se viu em uma relação mórbida com seu corpo e também com uma série de incertezas. Hoje, ela tem orgulho de expor todas as suas vulnerabilidades, e “Cruel” serve como referência para uma nova geração empoderada, ávida por viver com honestidade e sem censura.

Falando sobre “Cruel”, Glowie provoca: “o mundo não seria tão chato se fossemos todos iguais? O mundo não seria tão chato se fôssemos todos perfeitos? Quero que ´Cruel´ inspire todos aqueles que sofrem privações no mundo a dizerem a si mesmos que não tem problema não se sentir bem às vezes. São as dificuldades que nos tornam mais fortes”.

Glowie escreveu recentemente uma sincera carta aberta para o site da modelo britânica Adwoa Aboah, o Gurls Talk, falando dos temas de seus dois primeiros singles. Leia a carta aqui.

Glowie lançou seu single de estreia, “Body”, em outubro de 2018. Composta por Julia Michaels (Justin Bieber, Selena Gomez, Britney Spears), a música dançante e promissora trouxe um clipe que conta com a participação de uma legião diversa de dançarinos escolhidos a dedo por Glowie para reproduzir seus movimentos cativantes e sua confiança corporal inspiradora. Além disso, depois de ter conhecido a rapper americana Saweetie em um set em Los Angeles, Glowie então lançou a versão com a intérprete de Icy Grl para o grande público, completando o pacote e marcando sua ascensão impressionante.

Após ter passado pelas paisagens etéreas da Islândia, Glowie vive agora em Londres, onde tem uma série de shows marcados.

A cena musical islandesa pode estar repleta de inspirações oníricas e armadilhas locais, mas a artista de 21 anos está conquistando seu lugar ao Sol. Com sua voz distinta e um estilo sombrio de R&B que flerta com o pop, Glowie tem tudo para causar um impacto explosivo na cena musical mundial e garantir seu lugar de direito como uma das novas artistas mais empolgantes de 2019.

 

Sobre Glowie

Nascida e criada em Reykjavikquando não estava no estúdio ou correndo atrás da sua loja de discos favorita, a jovem introspectiva era geralmente vista curtindo momentos tranquilos nos pinheirais da região. A Islândia pode ser um lugar de isolamento, mas Glowie abraçou a solidão. Ter alternado entre os quartos dos irmãos mais velhos quando criança deu a ela toda a educação musical da qual precisava; conheceu Outkast, JT e Craig David com o irmão e j. lo, Sugababes e Destiny”s Child com a irmã.

Como muitos de nós, Glowie cresceu com uma incerteza sobre si e sobre sua aparência. Ela aprendeu cedo que isso ajudaria a direcionar seus sentimentos para a arte. Sabendo da importância de cuidar de si física e mentalmente, Glowie tem orgulho de ser feminista e ter a consciência de propagar não só positividade, mas de se expressar francamente nas redes sociais e com sua música. Como ela tem o orgulho de afirmar nas redes sociais, “a arte não tem que ser bela, mas fazer com que você sinta alguma coisa… Estou cansada de tentar ser bela para os outros e ser de um determinado jeito para fazer as pessoas gostarem de mim. Não serei perfeita este ano, serei eu mesma, feliz e sentimental. Eu vou pintar, cantar, dançar e trabalhar pesado”.

Informações e Conteúdo:Assessoria de Imprensa 

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